A criança é participante, não objeto do processo
As decisões sobre responsabilidades parentais,
residência, convívios, escola, saúde ou outras matérias
importantes dizem diretamente respeito à vida da criança.
Por isso, a criança não deve ser tratada apenas como alguém
sobre quem os adultos decidem.
Tem direito a receber informação adequada,
a expressar a sua perspetiva e a ver essa perspetiva
considerada de acordo com a sua idade, maturidade
e capacidade de compreensão.
O direito de participação não significa transferir
para a criança a responsabilidade pela decisão.
Essa responsabilidade continua a pertencer aos adultos
e às autoridades competentes.