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Guia de referências éticas, culturais e jurídicas para os órgãos de comunicação social / jornalistas

Intenta-se com os textos deste Guia sensibilizar jornalistas e empresas de comunicação social para a perspectiva ética e deontológica no relato de factos e acontecimentos que envolvam crianças e jovens. Integrar no elenco de princípios normativos da profissão as matérias que organizações representativas de jornalistas, como a Federação Internacional de Jornalistas, debatem desde 1996. Mas procura-se também corresponder às questões suscitadas num inquérito por questionário, que foi dirigido a todas as comissões de protecção de crianças e jovens.


As dúvidas colocadas e as opiniões expressas pelas comissões respondentes sobre as relações que estabelecem com os jornalistas serviram de base para a definição do conjunto de textos, cuja finalidade é proporcionar novas ideias e enquadramentos sobre uma temática que entrou na análise e reflexão do jornalismo a partir da adopção da Convenção sobre os Direitos da Criança, em 1989. As crianças precisam dos jornalistas, afirma a Childrens Rights Alliance for England. Os jornalistas podem desempenhar um papel importante para ajudar a introduzir mudanças na forma como os direitos das crianças são percebidos e executados".1 Mas estes têm de as tomar como seres sujeitos de direitos, dar-lhes voz e saber equilibrar os interesses que se confrontam no acto de informar.


Guia de referências éticas, culturais e jurídicas para os órgãos de comunicação social / jornalistas


O que é o jornalismo?

Profissão, profissionalização e teorias

Dever de se informarem

Relação dos jornalistas com fontes

Informação mercantil

Limites à liberdade de informação

Reserva de identidade e imagem

Um campo de especialização

Palavras com significado

Perigo e risco


1 Willow, Carolyne, Amanda Barnes e Sam Dimmock, "Another perspective - How journalists can promote children's human rights and equality", Children's Rights Alliance for England (CRAE), 2009.


 


 


Fonte: CPCJR

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